segunda-feira, 16 de julho de 2012

Aventuras com a reforma - Parte II

Terceiro dia da reforma (terça-feira) foi marcado pela barulheira do meu pai arrancando as cerâmicas das paredes do banheiro da minha irmã e meu.
No quarto dia da reforma (quarta-feira) meu pai terminou de tirar as cerâmicas do banheiro da minha irmã e meu, além daquela banheirinha ridícula que existia.


E além disso, tiramos o resto dos móveis e coisas que ainda estavam nos quartos e no corredor que liga os quartos. Tiramos tudo e ficamos mais apertadinhos ainda de coisas. A churrasqueira que quase não tinha nada, ficou abarrotada. Não sabíamos mais onde colocar as coisas. Mas foi mais por madeira de móveis e do piso (que vamos trocar o piso de madeira dos quartos), que meu pai vai reaproveitar para fazer o forro da churrasqueira, enquanto tiramos tudo e guardamos na churrasqueira. Ou seja, lá está intransitável.


Ainda bem que minha irmã deixou seus edredons aqui em casa, foram muito úteis, já que aqui no sul está fazendo um frio de rachar. Além do sobre-lençol, colcha, cobertor e edredom, peguei mais o edredom de pena de ganso da minha irmã pra poder me esquentar. Ninguém mandou nascer na primavera, daí meus parentes só dão pijama e roupa de verão, quase não tenho pijamas de inverno, roupas andei comprando bastante no ano passado, apesar de não parecer o suficiente.
Quinto dia (quinta-feira), um ajudante de pedreiro veio em auxílio do meu pai. Eles arrancaram as cerâmicas das paredes e piso do banheiro da suíte (dos meus pais). Mas o que eles penaram mesmo foi pra remover a banheira de hidromassagem. Sim! Eles removeram e não vão colocar novamente, porque meus pais não usam e a manutenção é cara pra algo inútil, principalmente que temos piscina, então pra que ter? Só pra incomodar. Fora que a banheira tinha uma escadinha meio sinistra, que pedia pra alguém se acidentar ali. Minha mãe já bateu o joelho quando vou entrar no chuveiro/banheira pra tomar banho e acabou escorregando. Moral da história: sem banheira!
Sexto dia (sexta-feira), o ajudante de pedreiro continuou a remover as cerâmicas do banheiro da suíte do casal, enquanto meu pai mexia na parte elétrica da casa. De manhã levei o Benjamin pra tomar banho, tentei me demorar, mas o Be é muito ansioso e só quer saber de correr e como a coleira dele está toda destroçada, porque ele mordeu e quebrou os reguladores, não dá pra não correr junto com ele, porque senão ele consegue fugir da coleira. Detalhe: fui tentar tirar uma foto do gramado de uma casa, no meio do caminho pra Pet Shop e claro q deixei meu celular cair no chão e meu Ipod, quando peguei os dois e ia enfiando na bolsa a coleira escapou da minha mão. Sente uma garota desesperada atrás de um cachorro. E como ele correu. Creeedo! Tive que me jogar em cima dele. E ainda bem que consegui pegá-lo. Só furei meu dedo polegar, sei lá com o que. E depois vi que meu joelho esquerdo estava com uma pequena casquinha de machucado.

O barulho da reforma anda me deixando maluca. Quase não consigo raciocinar direito. Muito menos escutar meus próprios pensamentos. Ainda bem que achei meus protetores auriculares na minha gaveta de acessórios, pra abafar um pouco esta barulheira, mas mesmo assim o barulho é de deixar a gente doido!

Sétimo dia (sábado), só o meu pai trabalhou na obra. Agora ele está quebrando as paredes pra fazer a parte elétrica todinha nova. E eu pensei que poderia dormir até um pouquinho mais tarde, mas é óbvio que o Benjamin não ia me deixar. Peguei um saco de dormir e fui lá pra fora, lá na piscina deitar lá no sol. E ainda bem que meu saco de dormir é antitérmico, porque estava um frio de rachar. Aqui no sul está fazendo um frio danado, de deixar a mão congelada e não esquentar mais.

Levantar todos os dias antes das 8h da manhã de segunda a sexta tudo bem, até sábado é aceitável, mas no domingo? Não é brinquedo, não!

Oitavo dia (domingo), meu pai continuou a trabalhar na obra. Continuou quebrando parede e teto para a parte elétrica.
Nono dia (segunda-feira), meu pai continua na parte elétrica da casa.

Pelo jeito a reforma vai demorar bastante.

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